Soneto XVII
" Se te comparo a um dia de verão
És por certo mais belo e mais ameno
O vento espalha as folhas pelo chão
E o tempo do verão é bem pequeno
Ás vezes brilha o sol em demasia
Outras vezes desmaia com frieza
O que é belo declina num só dia
Na terna mutação da natureza
Mas em ti o verão será eterno,
E a beleza que tens não perderás;
Nem chegarás da morte ao triste inverno;
Nestas linhas com o tempo crescerás
E enquanto nessas terras houver um ser;
Meus versos vivos te farão viver."
- William Shakespeare.
Paula Moraes
quinta-feira, 11 de julho de 2013
" Por que será que estou assim?
Tudo parece uma confusão
As coisas em conflito
Angústia no coração
Não tenho o que quero
E o que eu perdi já têm
Por que será que eu não consigo
A timidez atrapalha
Concorrência em alta
Para piorar só falta eu cair da escada
Chorando por coisas esquisitas
Sem saber parar
Consolada por quem sempre está ali
Mas querendo ser consolada por quem não está
Queria ser diferente
Mas não consigo fazer isso
Medo de rejeição
Guerra no coração
Coisas sem sentido
Vida procurando um caminho
Querendo entender coisas apreendidas
Buscando novos caminhos"
Tudo parece uma confusão
As coisas em conflito
Angústia no coração
Não tenho o que quero
E o que eu perdi já têm
Por que será que eu não consigo
A timidez atrapalha
Concorrência em alta
Para piorar só falta eu cair da escada
Chorando por coisas esquisitas
Sem saber parar
Consolada por quem sempre está ali
Mas querendo ser consolada por quem não está
Queria ser diferente
Mas não consigo fazer isso
Medo de rejeição
Guerra no coração
Coisas sem sentido
Vida procurando um caminho
Querendo entender coisas apreendidas
Buscando novos caminhos"
- Paula Moraes
domingo, 21 de abril de 2013
"A insegurança é tão forte
Que o único consolo é minha cama.
Eu não sei como agir,
O único jeito foi fugir.
Talvez ele me ame.
Ou sou eu que o ama?
A vida é assim,
O jeito é aceitar.
O que será de mim,
Se eu não sei como amar?
Seria tudo tão simples.
Se eu soubesse onde estava me metendo,
Sou assim, vivo temendo.
Mas tenho que ser forte,
Fugir dos teus abraços
Não tô querendo.
Melhor desistir agora,
Do que depois sofrer,
Ele não me ama
Pra que temer?"
Paula Moraes.
Que o único consolo é minha cama.
Eu não sei como agir,
O único jeito foi fugir.
Talvez ele me ame.
Ou sou eu que o ama?
A vida é assim,
O jeito é aceitar.
O que será de mim,
Se eu não sei como amar?
Seria tudo tão simples.
Se eu soubesse onde estava me metendo,
Sou assim, vivo temendo.
Mas tenho que ser forte,
Fugir dos teus abraços
Não tô querendo.
Melhor desistir agora,
Do que depois sofrer,
Ele não me ama
Pra que temer?"
Paula Moraes.
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